terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Palavra e Saúde

Oração pedindo a ajuda de Deus
 ISAÍAS 63.15-19
Ó Deus, olha para nós lá do céu, lá do lugar santo e glorioso onde moras. Onde está o teu poder e o teu cuidado por nós? Não retires de nós o teu amor e a tua compaixão, pois tu és o nosso Pai. Os nossos antepassados Abraão e Jacó não se importam conosco, não fazem caso de nós. Mas tu, ó Senhor Deus, és o nosso Pai, e desde o princípio nós te chamamos de “O nosso Salvador”. Ó Deus, por que fazes com que nos desviemos dos teus caminhos e tornas o nosso coração duro, para que não te temamos? Volta para nós, ó Deus, pois somos os teus servos, somos o povo que escolheste. Por um pouco de tempo, nós, o teu povo santo, fomos donos do teu Templo, mas agora ele é pisado pelos nossos inimigos. Tu nos tratas como se nunca tivesses sido o nosso governador, como se nós nunca tivéssemos sido o teu povo.
SALMOS 107.10-16
Agradeçam ao Senhor
Alguns estavam vivendo na escuridão, nas trevas, aflitos e presos com correntes de ferro porque haviam se revoltado contra as ordens do Deus Altíssimo e rejeitado os seus ensinamentos. Por causa do trabalho pesado eles estavam esgotados; caíam, e ninguém os ajudava. Então, na sua angústia, gritaram por socorro, e o Senhor Deus os livrou das suas aflições. Ele os tirou da escuridão, das trevas, e quebrou em pedaços as correntes que os prendiam. Que eles agradeçam ao Senhor o seu amor e as coisas maravilhosas que fez por eles! Pois ele derruba portões de bronze e despedaça barras de ferro.
Saúde - Diabetes

convencional: dúvidas sobre proteção contra mortalidade cardiovascular e elevação do risco de hipoglicemia severa em diabéticos tipo 2
Artigo publicado pelo British Medical Journal (BMJ) avaliou, em revisão sistemática, se o controle intensivo da glicemia1 em pacientes diabéticos é mais eficaz do que o controle usualmente realizado, e mostrou que persistem as dúvidas sobre a redução da mortalidade2 cardiovascular, enquanto que o risco de hipoglicemia3 severa é maior.
O objetivo do estudo foi avaliar o efeito do controle intensivo da glicemia1 versus o controle glicêmico convencional em todas as causas de mortalidade2 e de mortalidade2 cardiovascular, infarto do miocárdio4 não-fatal, complicações microvasculares e hipoglicemia3 grave em pacientes com diabetes tipo 2 (Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens).5
Foi realizada uma revisão sistemática com meta-análises e análises sequenciais de ensaios clínicos randomizados. As fontes de dados utilizadas foram Cochrane Library, Medline, Embase, Science Citation Index Expanded, LILACS, CINAHL.
Quatorze ensaios clínicos randomizados envolvendo 28.614 participantes com diabetes tipo 25 (15.269 em controle intensivo e 13.345 em controle convencional) foram incluídos. O controle intensivo da glicemia1 não afetou significativamente os riscos relativos de todas as causas de morte e de mortalidade (A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.)2 cardiovascular.
Análises sequenciais rejeitaram uma redução do risco relativo acima de 10% para todas as causas de mortalidade2 e mostraram dados insuficientes sobre a mortalidade2 cardiovascular. O risco de infarto do miocárdio (Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.)4 não-fatal pode ser reduzido, mas esse achado não foi confirmado na análise de julgamento sequencial.
O controle glicêmico intensivo mostrou uma redução dos riscos relativos para os resultados microvasculares e retinopatia, mas análises de julgamento sequencial mostraram que provas suficientes ainda não tinham sido alcançadas. O risco de hipoglicemia(Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.)3 grave foi significativamente maior quando o controle intensivo da glicemia (Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 80 e 110 miligramas por 100 mililitros)1 era realizado; análise sequencial apoiou um aumento de 30% do risco relativo de hipoglicemia3 grave.
Concluiu-se que o controle glicêmico intensivo não parece reduzir todas as causas de mortalidade2 em pacientes com diabetes tipo 2 (Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.)
5. Dados disponíveis de ensaios clínicos randomizados continuam a ser insuficientes para provar ou refutar uma redução do risco relativo de mortalidade2 cardiovascular, infarto do miocárdio4 não-fatal, complicações microvasculares ou retinopatia em uma magnitude de 10%. O controle intensivo da glicemia1 aumenta o risco relativo de hipoglicemia3 grave em 30%.
NEWS.MED.BR, 2011. Controle intensivo da glicemia versus controle convencional: dúvidas sobre proteção contra mortalidade cardiovascular e elevação do risco de hipoglicemia severa em diabéticos tipo 2.
 Disponível em: . Acesso em: 3 jan. 2012.
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